No próximo dia 10 de Outubro 2014, pelas 18 horas, será inaugurada na Biblioteca Pública Municipal João Brandão, a Exposição de Fotografia de Ina Verhoef, que poderá ser visitada durante todo o mês.
Com formação de base na área da educação e da comunicação cultural, Ina Verhoef viveu, e trabalhou, por um longo período em Haia, na Holanda, onde visitou regularmente galerias e exposições de arte moderna, sendo o Museu de Fotografia (Haags Foto Museum), um dos seus favoritos.
Durante o seu trabalho como consultora de comunicação para o governo local, também fez parte, durante anos, da equipa de guias do museu privado de escultura “Beelden aan Zee”, em Haia. Frequentou vários cursos, de forma a ser uma guia turística qualificada em variados projetos ligados à escultura moderna. Nesse período, melhorou substancialmente a minha forma de observar e interpretar o que me rodeia, algo que tornou a fotografia ainda mais interessante para si.
“Fotografia é, em absoluto e para mim, uma forma de estar na vida.
É por isso que quase sempre tenho a minha máquina fotográfica pronta. Não para capturar tudo o que acontece, mas para fotografar o que é belo e que por vezes apenas dura um segundo.
É como uma revelação olhar atentamente para o jogo de luzes que é criado pelas flores presas no gelo, ou capturar os diferentes contrastes das flores de verão visto contra um céu cada vez mais escuro.
Sinto prazer nisso, em particular, quando a foto é se revela impressa exatamente aquilo que vi.
Por ter tido a oportunidade de descobrir o prazer de fotografar desde jovem, tive acesso a cursos na área da fotografia analógica desde muito cedo. Na época da sala escura, a “edição de fotografia” era o passar da mão sobre as áreas que se queriam acentuar. Com a câmara digital e software de fotografia é hoje mais fácil editar completamente a imagem na forma que se quiser, mas isso, para mim, fica fora do meu limite.
As minhas fotos não são editadas. Sem utilizar qualquer edição ou retoque da fotografia, tenho muitas vezes apenas uma hipótese de fazer a imagem que eu tenho em mente. Este é o o meu desafio criativo e artístico. Existe apenas uma possibilidade para capturar a luz perfeita, a relação e aspeto a que se destina, o contraste adequado.
As imagens de flores presas no gelo, ou a flutuar no céu, podem, portanto, designar-se de livres ou autónomas”
Com formação de base na área da educação e da comunicação cultural, Ina Verhoef viveu, e trabalhou, por um longo período em Haia, na Holanda, onde visitou regularmente galerias e exposições de arte moderna, sendo o Museu de Fotografia (Haags Foto Museum), um dos seus favoritos.
Durante o seu trabalho como consultora de comunicação para o governo local, também fez parte, durante anos, da equipa de guias do museu privado de escultura “Beelden aan Zee”, em Haia. Frequentou vários cursos, de forma a ser uma guia turística qualificada em variados projetos ligados à escultura moderna. Nesse período, melhorou substancialmente a minha forma de observar e interpretar o que me rodeia, algo que tornou a fotografia ainda mais interessante para si.
“Fotografia é, em absoluto e para mim, uma forma de estar na vida.
É por isso que quase sempre tenho a minha máquina fotográfica pronta. Não para capturar tudo o que acontece, mas para fotografar o que é belo e que por vezes apenas dura um segundo.
É como uma revelação olhar atentamente para o jogo de luzes que é criado pelas flores presas no gelo, ou capturar os diferentes contrastes das flores de verão visto contra um céu cada vez mais escuro.
Sinto prazer nisso, em particular, quando a foto é se revela impressa exatamente aquilo que vi.
Por ter tido a oportunidade de descobrir o prazer de fotografar desde jovem, tive acesso a cursos na área da fotografia analógica desde muito cedo. Na época da sala escura, a “edição de fotografia” era o passar da mão sobre as áreas que se queriam acentuar. Com a câmara digital e software de fotografia é hoje mais fácil editar completamente a imagem na forma que se quiser, mas isso, para mim, fica fora do meu limite.
As minhas fotos não são editadas. Sem utilizar qualquer edição ou retoque da fotografia, tenho muitas vezes apenas uma hipótese de fazer a imagem que eu tenho em mente. Este é o o meu desafio criativo e artístico. Existe apenas uma possibilidade para capturar a luz perfeita, a relação e aspeto a que se destina, o contraste adequado.
As imagens de flores presas no gelo, ou a flutuar no céu, podem, portanto, designar-se de livres ou autónomas”
