O encontro “Tábua de Leituras”, que decorreu na Biblioteca Municipal João Brandão, constituiu para mim uma boa ocasião para debater questões fundamentais, que dizem respeito a todos os leitores e a qualquer pessoa interessada no futuro da leitura. Nos nossos dias, em que tudo parece posto em causa, torna-se decisivo pensar sem preconceitos sobre os grandes desafios colocados ao livro e ao universo literário, bem como sobre as melhores estratégias de promoção da leitura.
Encerrando um programa de iniciativas diversificadas e dirigidas a diferentes públicos, aquele painel permitiu uma discussão viva, franca e aberta destes e de outros temas, aliás sempre estimulantes. Para isso contribuíram os vários convidados, sem esquecer a moderadora da sessão, Helena Duque, coordenadora inter-concelhia da Rede de Bibliotecas Escolares.
Em síntese, tive muito prazer em deslocar-me a Tábua, em visitar a Biblioteca João Brandão e em participar neste evento que mostra a atenção que o Município concede às actividades culturais e a grande importância que lhes atribui, em colaboração com os professores e com as escolas, cujas bibliotecas desempenham hoje um papel central. Também saliento a presença de um numeroso público, factor que me parece sempre necessário para o êxito deste género de iniciativas.
Fernando Pinto do Amaral, escritor e comissário do Plano Nacional de Leitura
Encerrando um programa de iniciativas diversificadas e dirigidas a diferentes públicos, aquele painel permitiu uma discussão viva, franca e aberta destes e de outros temas, aliás sempre estimulantes. Para isso contribuíram os vários convidados, sem esquecer a moderadora da sessão, Helena Duque, coordenadora inter-concelhia da Rede de Bibliotecas Escolares.
Em síntese, tive muito prazer em deslocar-me a Tábua, em visitar a Biblioteca João Brandão e em participar neste evento que mostra a atenção que o Município concede às actividades culturais e a grande importância que lhes atribui, em colaboração com os professores e com as escolas, cujas bibliotecas desempenham hoje um papel central. Também saliento a presença de um numeroso público, factor que me parece sempre necessário para o êxito deste género de iniciativas.
Fernando Pinto do Amaral, escritor e comissário do Plano Nacional de Leitura
